sexta-feira, março 30, 2007

E se você voltasse no tempo?

Se eu voltasse no tempo, não sei se faria tudo diferente. Existem coisas pelas quais eu já me arrependi, mas se eu voltasse no tempo será que eu mudaria isso?
Com certeza não, pois se eu mudasse o que já foi feito, será que hoje eu perceberia o que é certo ou o que é errado?
Talvez se eu mudasse o que já aconteceu, eu não sentiria a sensação de estar arrependido por uma coisa que julgamos errado, talvez eu estivesse arrependido por não ter tentado, não ter arriscado.

Há quem diga que as oportunidades vêem e vão, mas eu penso diferente. Eu já acredito que elas aparecem apenas uma vez. Por isso, é bom sempre aproveitá-las por que mesmo que elas voltem você não saberá quando, como e onde isso irá acontecer. E talvez a sua reação quando essa oportunidade voltar seja totalmente diferente de quando ela foi embora.

Se eu voltasse no tempo e mudasse tudo, certamente o destino de muitas pessoas mudaria junto com o meu e talvez o agora, não fosse agora.
Sempre devemos aproveitar todas as chances que aparecem em nossa vida, pois ela pode ser muito traiçoeira e fazer você cair. Você nunca irá saber o que pode acontecer no dia de amanhã.

Não é bom ficar fazendo planos, porque eles nunca sairão do jeito que você deseja. O bom da vida é deixar as coisas fluírem, naturalmente.
A vida é muito curta, por isso devemos aproveitá-la fazendo de tudo. Fazendo o que é certo e o que é errado também, porque não temos tempo para nos arrependermos.
Já tive muita vontade de voltar ao passado e consertar todos os meus erros, mas hoje eu digo que se eu pudesse voltar, faria tudo de novo.


(Victória Santini)

quarta-feira, março 28, 2007

- O que é o mundo para você?

Para mim, o mundo é uma coisa muito louca e realmente complicada de se entender, como se fosse uma caixinha de surpresas que se abre na hora em que você menos imagina, trazendo surpresas inesperadas. Eu acredito que todas as surpresas, de uma certa forma, são boas mesmo as denominadas "ruins" pelas pessoas, pois é com essas "ruins" é que temos a maior capacidade de aprender e crescer cada vez mais. Muitas pessoas dizem que o mundo é normal, porém eu acredito que essas pessoas é que são normais demais para um mundo tão louco. Na minha opinião, essas pessoas já se acostumaram tanto com o mundo, que são até meio capazes de "prever" o que vai acontecer. Prever desse jeito mesmo, entre aspas, por que ninguém tem o poder de saber o que pode acontecer amanhã. Pessoas normais, são aquelas que seguem sempre uma mesma rotina e sempre fazem tudo conforme o planejado. Pessoas loucas são aquelas que tem capacidade de se surpreender com as surpresas que o mundo traz. Pessoas loucas, não gostam de rotina, nem de nada planejado e sempre aproveitam cada dia de suas vidas como se fosse o último, por que talvez seja. Por isso, seja um louco! Não deixe para fazer amanhã, tudo o que você pode fazer hoje. quer ligar pra alguém? Ligue! Quer falar? Fale! Quer brincar? Brinque! E nunca se importe com o que as pessoas podem pensar de você. Eu sou uma louca. Seja um louco também e principalmente, seja feliz! x)





terça-feira, março 27, 2007

Minha alma é uma orquestra oculta; não sei que instrumentos tangem e rangem, cordas e harpas, tímbales e tambores, dentro de mim. Só me conheço como sinfonia.


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Todo esforço é um crime porque todo gesto é um sonho morto.


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Todo prazer é um vício, porque buscar o prazer é o que todos fazem na vida, e o único vício negro é fazer o que toda gente faz.




Fernando Pessoa
Complexada? É, um pouco. Sabe, aquela pessoa que é extremamente difícil de se definir e não aceita de maneira nenhuma ser "rotulada" e odeia que pessoas normais vivam com suas opiniões totalmente inúteis e banais e espera-se a mudança da humanidade.
Complexa? Alguma coisa bastante complicada de se entender, mas quando fica tentando entender por muito tempo acaba ou aceitando que não vai entender ou se torna uma coisa ainda mais complicada.
É, não há muito o que dizer.
Apenas que vivemos em um mundo cheio de pessoas hipócritas que não se importam com o meio em que vivem e só querem saber do que acontece com os seus umbiguinhos.
Infelismente é em uma sociedade assim que vivo.